Nécessaire para a Madeira

on May 1, 2020 in Partida | No Comments

As flores reinam nesta ilha. Perfumes e cremes com extratos florais são nossos convidados de honra.

 

/// Para ELA ///

Crème Rose Lumière Multidefensive, Clarins

Creme de textura suave, ligeiramente rosada, que estimula as funções da pele e proporciona vitalidade e energia. Embeleza imediatamente graças a nácares iluminadores. Suavemente esfoliante. O extrato de hibisco alisa a pele, o de harungana combate o relaxamento dos tecidos, e o de furcellaria, com lapsana e marroio branco, defende do ambiente. Aplicar de manhã.

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Eau Dynamisante Body Milk, Clarins

Loção suavemente cremosa, de textura refrescante, não oleosa e fácil de aplicar. Suaviza, hidrata, tonifica e perfuma com notas subtis de limão, chá branco e extrato de ginseng, que tem ação tonificante e energética. Para todos os tipos de pele.

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Twilly D’Hermès Eau de Parfum, Hermès

O perfume criado por Christine Nagel para a jovem Hermès. Ousado, com o aroma marcante do gengibre e a sensualidade da tuberosa e sândalo. Flores, especiarias, exotismo. Inspirado em jovens mulheres, ousadas, conectadas, irreverentes, inventando um tempo novo.

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/// Para ELE ///

Maximum Hydrator, Clinique

A pele do homem é mais resistente e espessa, mas precisa de ser hidratada. Este creme proporciona uma injeção imediata de hidratação, que suaviza e acalma. Reforça a produção natural de colagénio, dando mais força e firmeza, atenuando linhas e rugas. Utilizar à noite e de dia sobre a pele limpa.

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Happy For Men, Clinique

Abre com a frescura das notas do oceano, limão, lima, mandarina. O coração é envolvente, uma original composição de rosas, lírio do vale, jasmim e frésia. Na base, elementos quentes e amadeirados do guaiac, cipreste, cedro e musk. Para um homem jovem e feliz.

 

por Helena Barradas

Arquivos

Quase perfeito

Inconfundível e imbatível, quase centenário, é o perfume mais vendido em todo o mundo. A história começa em Paris, em 1921. Corre a notícia que Gabrielle Chanel vai lançar um perfume e que decidiu chamá-lo Nº 5. Apesar do talento, da ousadia, do apurado sentido estético, do reconhecido instinto das coisas perfeitas, atreverse a dar um nome tão simples a um perfume parece uma loucura perigosa, uma verdadeira heresia. E depois há o frasco, nu, despojado, quadrado, longe do que se pode esperar de uma fragrância feminina. Teme-se que tudo não passe de uma provocação inútil, o primeiro passo em falso que Chanel vai certamente arrepender-se de ter dado. Mas Nº 5 é claro e conciso, matemático. A matemática não mente… e como é que um nome tão apagado consegue conter sensualidade? Criado por Ernest Beaux, químico, nez e feiticeiro, é uma coleção de flores vivas e únicas: jasmim e rosa-de-maio de Grasse, ylang-ylang das Comores, sândalo de Mysore, vetiver, numa orquestração perfeita, sem notas predominantes, agudas ou graves. Equilíbrio e harmonia inigualáveis. Ao bouquet juntaramse aldeídos, substâncias que lhe dão grande leveza e conferem a modernidade e classicismo indomável. O Nº 5 veste uma mulher com elegância e refinamento. “Uma mulher que não se perfuma não tem futuro”, dizia mademoiselle Chanel.

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