Alagoas – Imenso azul

on Jan 1, 2020 in Partida | No Comments

A natureza e alegria brasileiras, debruçadas numa vastidão de sol e oceano, parecem ainda mais generosas. Neste estado há pequenas cidades coloridas vigiadas por sólidas igrejas que despontam entre palmeiras e árvores tropicais, e línguas de areia branca formando piscinas de água quente e transparente. É adormecer e acordar ao som do mar.

Capital feliz

Quando o avião se fez à pista líamos Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres, de Clarice Lispector: “Aí estava o mar, a mais ininteligível das existências não humanas.” É o azul mais azul do Nordeste, por isso o comparam ao Caribe, num pequeno estado, Alagoas, que brilha no gigante Brasil e parece conter em si todos os prazeres. As muitas lagoas e lagunas, rios e o imenso mar deram-lhe o nome, e a capital Maceió diverte-se como uma criança no recreio que é sua longa orla marítima. A temperatura média não baixa dos 25 graus, temperados pela brisa marinha, e as águas são mornas e transparentes.

Foram terras dos índios caetés, que assistiram à chegada das expedições portuguesas. Aqui negociava-se o pau-brasil, da árvore que veio a dar nome ao país. A primeira ocupação foi a vila do Penedo, em 1545, nas margens do rio São Francisco, que pertencia então à capitania de Pernambuco, da qual Alagoas se emancipou em 1817, tornada área estratégica na produção de cana de açúcar e porto comercial durante o reinado de D. João VI. O seu primeiro governador, Sebastião de Mello e Póvoas, desembarcou no porto de Jaraguá, onde permanece um conjunto interessante de praças e edifícios, outrora postos de fiscalização e armazéns, que fazem desta uma zona arejada, com um certo romantismo fim de século. A Igreja de Nossa Senhora Mãe do Povo tem à sua frente a Praça Dois Leões (sendo que uma das estátuas é um tigre), rodeada de casas apalaçadas, como o Museu da Imagem e do Som e, a dois passos, o neoclássico Palácio do Comércio, outrora centro judicial e político da cidade. Atrás, uma cópia da americana Estátua da Liberdade que olha o mar. No centro é incontornável o Memorial da República e o Museu Floriano Peixoto, na Praça dos Martírios. É de espreitar a coleção de folclore e cultura alagoana, e veranear junto à costa, seja na zona chique da Ponta Verde, na popular Jatiúca, na Pajuçara dos eventos desportivos e de onde saem passeios para as piscinas naturais, ou na recolhida Praia do Amor. Pelo caminho, barraquinhas de tapioca: “Se não provou, não veio!”, diz Thiago Tarelli, em cuja a t-shirt se lê: “Alagoas te faz feliz”.

 

Belezas de postal

O bairro mais a sul de Pontal da Barra, erigido numa língua de areia entre a Praia do Pontal e a Lagoa de Mundaú, é dos mais calorosos. Aqui come-se um belo caldo de sururu (que se diz afrodisíaco, fazendo as pessoas “subir de costas paredes de azulejo ensaboadas”) e assiste-se ao pôr do sol. Nas suas ruas estreitas há restaurantes e lojas do melhor artesanato alagoano, e quase todas as traseiras dão para a água. Habitado por pescadores e artesãos, é famoso pelos bordados e rendas filé coloridas, inspiradas nas redes de pesca, que se transformam em toalhas, almofadas, vestidos. “Os homens vão para a pesca e as mulheres fazem a renda”, diz-nos Deusa, que faz filé desde os cinco anos, aprendeu com a mãe, que aprendeu com a mãe: “Os desenhos e as cores estão na nossa cabeça.”

Um nada mais a sul fica a primeira capital de Alagoas, a antiga Vila de Santa Maria Madalena da Alagoa do Sul, aninhada numa colina sobre o mar e fundada em 1591. Hoje chama-se Marechal Deodoro e é património nacional. Aqui nasceu o militar monárquico que dirigiu o golpe militar que levou à destituição do imperador português D. Pedro II e à proclamação da República em 1889. Vale a pena visitar a sua casa de família do século XVII, onde estão alguns objetos pessoais, e passear entre as várias igrejas, em particular a de Nossa Senhora da Conceição e o complexo franciscano. Neste destaca-se a igreja invulgarmente dedicada a Maria Madalena e o Museu de Arte Sacra, num antiquíssimo convento de cujas janelas, das antigas celas dos monges que são hoje salas de exposição, se admira a profusão de telhados que descem até ao azul. Se em 1839 esta cidade perdeu a centralidade para Maceió, mantém, no entanto, um charme recatado que perdura no tempo. Lembra uma aldeia portuguesa calcetada de branco, de casinhas baixas, aqui tropicalmente coloridas e rodeadas de palmeiras e árvores pau-brasil. É descer à serena baía na Lagoa Manguaba para se refrescar e admirar o dia.

 

Águas silenciosas

Meia hora de carro em direção a sul e chegamos à Barra de São Miguel, zona de pescadores e de construção de barcos, uma das eleitas pelo turismo, do mais animado ao descansado e elitista. As suas águas estão ligadas às do rio Niquim e é muito procurada aos fins de semana. O mais badalado balneário é a Praia do Francês, que se anuncia à chegada como o mais belo do país, mas num misto de comércio, pousadas e esplanadas, o seu areal transforma-se num alegre convívio popular. O seu melhor fica na continuação de quilómetros de areal intocado.

Descemos silenciosamente a lagoa, numa das poucas reservas de mata atlântica de Alagoas, para conhecer os viveiros de ostras. Sustento de uma pequena comunidade piscatória, é dos melhores produtores do Brasil.

Sebastiana, conhecida por Bastinha, tem personalidade forte e traços indígenas, e é quem coordena estes passeios organizados pelo eco-resort Kenoa e que nos cobre as pernas e braços de um óleo floral para repelir os mosquitos do fim do dia. Ao lado de alguns homens da aldeia, empurra canoas que nos levam abaixo, antiga rota da evangelização. Conta que nestas águas existem sete tipos de marisco e aponta a variedade de caranguejos amarelos e vermelhos que vivem nas longas raízes enlameadas dos manguezais. “A gente vive nesse silêncio, não ouve nada, só um pássaro que passa”, diz. De facto, apenas um raro piar e os estalidos da floresta nos acordam de uma profunda paz. Garças brancas e aves de rapina fazem inesperadas razias junto à água. E comemos as ostras, ali mesmo nos pequenos barcos, acompanhadas de sal, limão e mel de engenho e um copo de espumante, enquanto o dia se vai esvaindo. Também se fazem passeios de lancha, a sair da marina, uma outra experiência na Barra de São Miguel. Pode passar na Praia do Gunga, onde se atraca para mergulhos e snorkeling, ou apenas deslizar tranquilamente enquanto assiste à noite que chega.

 

Terra da liberdade

Mal o dia começara e admiramos a estátua de Ganga Zumba, que olha o mar na Cruz das Almas, em Maceió: “Todo o negro que fugia da escravidão queria voltar para a sua terra”, diz o guia Rafael. Ganga Zumba foi o primeiro (século XVII) dos grandes líderes do grande Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga, símbolo da resistência escrava evadida das plantações de cana de açúcar de Pernambuco (ao qual pertencia Alagoas) e da Bahia. Rumamos ao interior do estado, atravessamos montes verdejantes, o gado espalhado na paisagem como brancas flores selvagens que sobem ao cume mais remoto.

Além da agricultura e pecuária, da indústria química, de cimento, petróleo e gás natural, desde o século XVII que esta é uma zona de engenhos da cana de açúcar; cruzamo-nos com camiões que deixam um lastro doce e alcoólico. Quanto mais nos aproximamos de Palmares, mais se adensa o número de caminhantes à beira da estrada. É o Dia da Consciência Negra e todos se dirigem para lá.

Ganga Zumba era filho da princesa Aqualtune, irmã do rei do Congo, actual Angola, que chegou ao Brasil para ser vendida como escrava reprodutora como castigo por ter liderado a Batalha de Mbwila contra Portugal. Mais tarde, “ela seria líder da fuga de escravos para Palmares, que a própria organizou politicamente”, explica-nos mestre Gil, que nos encaminha pelo Parque Memorial Quilombo dos Palmares, uma réplica dos mocambos africanos, património cultural inaugurado em 2007. “Esta é também uma história da força das mulheres.” Zumba resistiu e chegou a fazer um tratado de paz com os portugueses em 1678, mas Zumbi, o mais famoso dos líderes, não aceitou. “Zumbi tinha nascido aqui, mas numa captura foi dado criança como presente a um padre, foi batizado, chamado de Francisco e estudou, um dia fugiu para aqui.” Criado por Zumba, enceta a maior resistência escrava conhecida, “pintava-se e vestia-se como um guerreiro africano e os seus seguidores seguiam o exemplo, por isso não se sabia quem ele era.” A 22 de Novembro de 1680, o dia de hoje, foi capturado, por isso vemos chegar centenas de pessoas a celebrá-lo, muitas vestidas de branco. Fazem-se rodas de danças tradicionais africanas e de capoeira, vendem- -se chás e bugigangas, comida e bebida para passar o dia. Na Lagoa dos Negros fazemos uma roda de mãos dadas debaixo da grande gameleira onde os guerreiros pediam bênção e força. O silêncio é mágico. “Reparou que levantou um ventinho?”, sorri mestre Gil. “Nas nossas veias corre o sangue de reis e rainhas africanos.”

 

Milagres da natureza

A Rota Ecológica dos Milagres abrange três municípios, são 23 quilómetros de Porto das Pedras, seguindo por São Miguel dos Milagres até à Barra de Camaragibe, a sul do estado. Apanhar a balsa que atravessa as águas doces até São Miguel é uma entrada em câmara lenta num lugar acarinhado. Lá encontram-se lojas de qualidade, dedicadas ao artesanato da zona. Subimos ao miradouro, tem-se uma visão panorâmica sobre aquelas terras debruadas a palmeiras e mar. Mais abaixo, num largo, está a singela Igreja de Nossa Senhora Mãe do Povo, onde toda a gente é bem-vinda, até os cachorros que dormem sestas ao fresco. Angélica toma conta da igreja e diz que foram os portugueses que a edificaram entre 1637 e 1639, “é a terceira mais antiga no estado”, e aponta-nos uma amada imagem de Nossa Senhora do Carmo dos tempos da sua fundação.

A dois passos fica a Fonte dos Milagres, para a qual se faz fila com garrafões. O Sr. Benedito vem buscar água para a família beber e cozinhar. “É melhor que a mineral”. E faz milagres? “É uma questāo de fé”.

Vale a pena um passeio de buggy pelas praias protegidas, como a do Toque, da Lage, do Patacho e do Marceneiro. Na segunda, um túnel verde onde vivem famílias de pequenos macacos saguis recebe-nos à chegada. Se esta foi uma zona de passagem, hoje é reserva natural e tem várias pousadas de charme com os pés na areia, heliporto, campo de golfe e a mais concorrida e cara festa de réveillon de Alagoas.

Os pescadores de Porto de Pedras tomam conta da Associação Peixe-Boi, um santuário no rio Tatuamunha onde vivem estes mamíferos em vias de extinção “pela ação do homem, e porque a sua reprodução é difícil (ela é que manda)”, diz o guia. Crê-se existirem apenas 500, ali estão cerca de 45. A associação cria-os e devolve-os à natureza quando atingem os 200 quilos. Fomos observá-los num passeio de jangada e avistámos quatro, um deles nadou junto de nós: “É Telinha, veio só fazer um ‘confere’”.

 

Paraíso na terra

“Este mar está-se amostrando faz uma semana”, ouvimos ao amanhecer em Maragogi, em frente de tantos e cristalinos turquesas e palmeiras que ondulam com a brisa da manhã. As praias são divididas por rios e riachos e vamos conhecê-las de lancha pelo chamado Pontal de Maragogi. O nome da vila deve-se ao rio que a banha, Maragui, nome tupi dado pelos índios potiguaras, “o rio dos mosquitos ou maruins”, que os portugueses pronunciavam “Maragogi”.

Alagoas tem a segunda maior barreira de corais do mundo, que suaviza o mar à chegada ao areal. Numa área de proteção que abrange 430 mil hectares e 120 quilómetros de costa e manguezais, alberga uma rica biodiversidade e todos os adjetivos são poucos para descrever a sua beleza. Diz-se que chegam aqui cerca de 1500 pessoas por dia, que podem duplicar na época alta, mas há regras para o seu usufruto. Existem praias que recebem grupos, preparadas com zonas de lazer e descanso, outras para se viver de brisa. As piscinas naturais que se formam entre os corais são “fechadas” quando a maré tem determinada altura, “para a natureza recuperar”, explica Filipe, o nosso navegador. As maiores são as de Magarogi e as de Japaratinga, mas todas as praias são incríveis: Burgalhau, Barra Grande, Antunes, Xaréu, Camacho, Dourado. Ou a tranquila Peroba, a última antes de chegar a Pernambuco. Mergulhamos até aos recifes e somos rodeados por um cardume de peixes amarelos listados conhecidos por sargentinhos. Quando a maré está muito baixa, o banco de areia forma um caminho por dentro do mar. “Não é água com açúcar que acalma, mas a água com sal”, diz-nos Filipe com a cabeça fora de água. “Aqui a natureza é que manda.” Em Maragogi, céu e mar fundem- -se em brilhantes azuis matizados, o horizonte é uma linha difusa e presente. Somos maiores e mais pequenos. Quando damos à costa, bebemos uma água de coco gelada e bicamos lagosta, camarão e ananás grelhados com alecrim na Pousada Antonina. Sabem-nos a vida. “Alagoas não é bonita, Alagoas debocha”, brinca Thiago. E lembramo-nos de um verso do preferido Carlos Drummond de Andrade: “O mundo é grande e cabe nesta janela sobre o mar.”

 

por Patrícia Barnabé /// fotos Carlos Pinto

 

Arquivos

Comer bem

O que fazer quando a cozinha é fresca, colorida, e tão deliciosa? Esquecer a dieta!

Wanchako

José Luís veio adolescente do Peru e estudou agronomia. Casou com Simone e esta apurou a cozinha peruana com a sogra e abriram este restaurante com uma ótima energia. Atenção ao trio de ceviches, ao camarão fervido na concha com parmesão gratinado, às lulas crocantes. A rematar, merengue de morango e suspiro limeño. Escolha uma sala privada e confie nas propostas de vinhos chilenas.

Rua São Francisco de Assis, 93, Maceió \\\ wanchako.com.br

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Sur

O chef Sérgio Juca não só é um talento nato como os seus pratos são uma beleza, num espaço moderno e despojado. Desfilou um conjunto delicioso à base de peixe: pipoquinha com manteiga de garrafa; crepioca de cogumelos com mel; tapioquinha de bacalhau; camarão grelhado com mingau pitinga e textura de banana. Não deixe escapar o bolinho de brigadeiro com sorvete de coco e cookies.

Rua Paulina Maria de Mendonça, 759, Maceió

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Divina Gula

Há mais de 30 anos que André Generoso estudou engenharia florestal, mas acabou na cozinha. E a sua é caseira, de conforto e premiada. A base é mineira, a sua terra natal, carne e algum peixe iluminados por produtos que traz do seu sítio ou compra orgânicos, e plantas pouco convencionais. É tudo excelente: do bao de barriga de porco à picanha e à carne de sol. Tudo aqui é generoso, até as doses, que dão para vários.

Avenida Engenheiro Paulo Brandão Nogueira, 85, Maceió /// digitalmenu.com.br/divinagula

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Baobá

No sopé da Serra da Barriga, a Mãe Nena recebe-nos sábia no seu turbante claro. O restaurante é lugar de peregrinação para os amantes da cozinha afro-indígena que aprendeu nos terreiros de candomblé. O baobá é uma árvore africana sagrada, como são as suas panelas de barro quando se abrem com iguarias como moqueca de ovo, galinhada, arroz de curcuma e o amendoim cozinhado como feijão. E, cortesia do chef nigeriano do Simbaz de Brasília, peito de boi estufado. Acaba de abrir novo espaço na Ponta Verde, em Maceió.

Sitio Brejo dos Vieiras, Serra da Barriga, União de Palmares

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Pousada Reserva do Patacho

Este é o lugar para comer camarão. Desde o servido no coco com arroz e pirão ao servido no abacaxi, ao delicioso arroz de camarão. Também se aconselha a lagosta grelhada com manteiga de ervas e qualquer sobremesa: adorámos a cartola, que é banana frita servida com queijo coalho derretido, mel e canela. Depois, é dar um mergulho no mar mesmo em frente.

Praia do Patacho, Porto de Pedras /// pousadareservadopatacho.com.br

Arte do sagrado

O Museu de Arte Sacra alberga peças dos séculos XVII e XVIII. Destaca-se o elaborado altar de barroco primitivo; a rara imagem de Cristo crucificado jansenista (pertence à escola do bispo francês condenado por negar o princípio da salvação); e o olhar “ilusionista” de Santa Clara de Assis pintada por José Eloy em 1817 no teto da entrada.

Índios canibais

Até ao século XVI, na Barra de São Miguel ficavam as principais aldeias dos índios caetés. Diz-se que por praticarem canibalismo e terem comido os sobreviventes de um naufrágio, em 1556, onde ia o bispo Dom Pêro Fernandes Sardinha, foram dizimados pela coroa portuguesa.

Quilombo é...

Uma organização social complexa de escravos e índios foragidos, mas também de portugueses fora da lei, que dava prioridade à liberdade. Os quilombolas negociavam com os fazendeiros mantimentos como milho ou farinha de mandioca em troca de armamento. “Existem 64 quilombos, mas este é o maior e o mais famoso da América Latina, tem 200 metros quilómetros quadrados e chegou a ter 20 mil habitantes”, diz mestre Gil.

Mais bolinhos!

Em Sequilhos estão os mais famosos bolos de goma, feitos há 37 anos pela tia Marlene, que nos conta o segredo enquanto quatro senhoras enrolam à mão pequenos e perfeitos rolinhos de massa, com a porta aberta para o pôr do sol: “Só levam leite de coco, margarina, açúcar, sal e gema do ovo, a goma é o amido do milho”.

Segredo

Pergunte aos pescadores que conduzem as jangadas, quais os spots ideais para o surf, para lá dos recifes. Cruz da Almas, a Praia do Francês e Jatiúca têm fama. Em qualquer lado se praticam windsurf e kite surf, stand-up paddle e caiaque. À noite, combine com eles uma pesca ao peixe agulhinha.

Querido Santo António

A Igreja de Nossa Senhora da Guia foi uma promessa de navegadores portugueses à deriva que prometeram construí-la se chegassem a terra firme. Começou por ser devota de São Bento, mas tornou-se num lugar de culto de Santo António, padroeiro de Maragogi.

 

Agradecimentos

A UP agradece à Secretaria de Desenvolvimento Económico e Turismo de Alagoas, na pessoa de Thiago Tarelli, todo o apoio para esta reportagem, assim como aos seus parceiros Costa Azul Turismo, Luck Receptivo, Pontal de Maragogi e Lopana Beach Club.

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