24 Horas em Lisboa – Vítor Belanciano

on Feb 1, 2020 in Embarque Imediato | No Comments

Vítor Belanciano guia-nos pela Grande Lisboa num roteiro inesperado.

Jornalista, crítico cultural, cronista, umas vezes professor, outras DJ, formado em Antropologia. Cresceu no subúrbio e vive no centro de Lisboa. Trabalha no jornal Público há muitos anos. Tem a certeza de que só está aqui porque está “noutros lugares”, e porque “a cultura está em tudo, mistura assuntos, atravessa linguagens” e traduz, “de forma simples, realidades complexas, em vez de dividir”.

publico.pt

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Feira do Relógio

Avenida do Santo Condestável, Lisboa \\\ domingos, 07h – 14h

“Vale a pena mergulhar num ambiente intercultural, com gente de várias origens, credos e idades, regateando coisas a preços reduzidos, e passeando por entre barracas de roupa, bugigangas e comida, havendo muitos lugares para petiscar.”

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A Adega do Coelho

Avenida Dr. Brandão de Vasconcelos, 7, Colares

Um bom restaurante na região de Sintra na relação qualidade/preço. No inverno, “é tranquilo e caloroso, com duas pequenas salas”. Na primavera-verão “apresenta um magnífico espaço exterior onde apetece estar para além do almoçar. A matéria-prima, carne e peixe, com muitos grelhados, é exemplar!”.

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EVOA

Vila Franca de Xira \\\ evoa.pt

Um espaço de observação de aves (flamingos, entre elas) que permite desfrutar de “uma das paisagens mais incríveis do país”. “São muitos quilómetros, entre a lezíria e o estuário do rio Tejo, numa zona húmida em que parece que estamos no Texas, a apenas 30 minutos de carro do centro de Lisboa. Lembram-se do filme Paris, Texas [de Wim Wenders]? É idêntico.”

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Museu Industrial da Baía do Tejo

Quimiparque, Rua 44, Barreiro

“Um museu com o legado histórico daquele que foi um dos mais importantes complexos industriais da Europa em meados do século XX.” Fica no Barreiro, margem sul do Tejo. Mas é toda a paisagem envolvente à volta que vale mesmo a pena: bairros operários recuperados, o local de trabalho do artista urbano Vhils ou a biblioteca e arquivo do investigador José Pacheco Pereira.

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Lux-Frágil

Cais da Pedra, Armazém A, Lisboa \\\ luxfragil.com

O importante clube noturno de música de dança de Lisboa abre-se à música erudita, com concertos mensais. A 20 de fevereiro estará em destaque a compositora pioneira Johanna Beyer (1888-1944), cujo trabalho caiu no esquecimento. É altura de o recuperar pelo Drumming Grupo de Percussão, que interpretará peças dela para estes instrumentos.

 

por Manuel Simões

Arquivos

Praia é no inverno!

1 /// Ribeira do Cavalo

Sesimbra

“O acesso a esta praia implica uma caminhada a pé, mas continua deserta em qualquer altura do ano. O mar é tranquilo e a água cristalina, de cores exóticas.”

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2 /// Magoito

Sintra

“Ladeada por grandes arribas, em dias de céu carregado e mar inquieto, ganha contornos misteriosos e dramáticos.”

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3 /// Alpertuche

Arrábida

“É muito pequena, com imensas pedras e águas límpidas, servindo essencialmente para ocasionais visitantes que ali têm casas.”

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