10 Básicos de Nova Iorque

on Nov 1, 2009 in Partida | No Comments

Muita coisa mudou desde que E. B. White escreveu o famoso ensaio Here Is New York, há 61 anos, mas mais ainda foi o que ficou igual. Mesmo assim, a inesgotável energia da cidade conseguiu multiplicar-se: “Os nova-iorquinos, por questão de  temperamento, não anseiam pelo conforto ou pela comodidade” – observou White – “se o fizessem, já estariam a viver noutro lado”. O segredo da vida em Nova Iorque está na intimidade imprevisível das dezenas de bairros auto-suficientes, quase todos residenciais, mas a fervilhar 24 horas por dia. Visita bairro a bairro pela Big Apple.

Ponte de Brooklyn / Brooklyn Bridge

1 – NOVA IORQUE DA ADRENALINA: O BAIRRO FINANCEIRO
Setembro de 1609, no final de uma viagem para oeste, à procura de nova rota para o Oriente, o capitão da Companhia das Índias Orientais holandesa, Henry Hudson, chegou à ilha de Manhatta  à foz do rio que hoje tem o seu nome. A descoberta levou à criação da colónia da Nova Holanda e à implantação, em 1625, do posto de comércio de peles de Nova Amesterdão. Em 1626, o terceiro director-geral da colónia, Peter Minuit, terá adquirido aos índios “a ilha de muitas colinas”, assim possibilitando a expansão do colonato. Em 1674, quando os holandeses entregaram os seus territórios norte-americanos ao governo inglês, a cidade de Nova Iorque estava já destinada a tornar-se porto mundial de oportunidades, ambição, tolerância, transformação perpétua – e negócios. Quando George Washington tomou posse como primeiro presidente dos Estados Unidos da América, em 1789, no actual Federal Hall National Memorial, na Wall Street, a cidade de Nova Iorque era a nova capital de uma jovem nação. Actualmente, por essa mesma rua – um canyon de arranha-céus –, passeiam-se corretores da bolsa à hora de almoço. É aqui que se compra e vende o futuro do mundo, que se cria riqueza ou nascem crises. O bairro financeiro de Nova Iorque é também o coração histórico da cidade, onde é possível passear diante de casas coloniais e igrejas históricas, dar uma volta pelo Bowling Green, o mais antigo parque da cidade e início da Broadway, ou pedalar ao longo do rio, em Battery Park City. Sente-se e tome um café com bolos no Financier, beba uma cerveja numa das muitas esplanadas de Stone Street, ou no histórico Fraunces Tavern. Compare alturas no Skyscraper Museum, compre tabaco e cachimbos no Barclay-Rex ou encontre uns Balenciaga da estação passada, no Century 21. Espreite para baixo (e, um dia destes, volte a olhar para cima) no Ground Zero e recorde a mais longa manhã do século XXI. Embarque no ferry para a Estátua da Liberdade e para a Ellis Island. Deixe que seja este o ponto de partida para revisitar o espírito, e as histórias, dos fundadores de Nova Iorque.

Skyscraper Museum \\\ skyscraper.org
Century 21 \\\ c21stores.com
Barclay-Rex \\\ barclayrex.com
Fraunces Tavern \\\ frauncestavernmuseum.org
Financier \\\ financierpastries.com

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Soho, Houston Street

2 – NOVA IORQUE DO CONSUMIDOR: SOHO, NOLITA & TRIBECA
A efervescência de Nova Iorque aumenta nos bairros com designação geográfica: SoHo (South of Houston), NoLiTa (North of Little Italy) e TriBeCa (Triangle Below Canal). Estes bairros, antes zonas industriais, conheceram um processo de gentrificação na década de 1970, através dos artistas que aqui montaram os seus lofts. Seguiram-se as galerias, nos anos 80, e na década seguinte assistiu-se ao rápido afluxo de comércio, do mais luxuoso ao mais popular. Hoje, o SoHo arrisca-se a tornar-se no maior centro comercial de Nova Iorque, embora lhe falte o tecto e o parque de estacionamento. Ainda assim, o influente bairro de edifícios de ferro forjado tem sido rampa de lançamento de variadíssimas marcas globais. Não perca uma visita à Prada Store, desenhada por Rem Koolhaas e, à saída, mesmo ao lado, beba uma cerveja no animado Fanelli Cafe. Para obter outro cheirinho do bairro, aventure-se por East of Broadway e pelas outrora calmas ruas de NoLiTa onde agora se multiplicam as boutiques independentes.

Storefront for Art and Architecture \\\  www.storefrontnews.org
Prada Epicenter \\\ www.prada.com
Kiosk \\\ www.kioskkiosk.com
Liquor Store Tribeca Men’s Shop \\\  www.jcrew.com/tribeca
Seize Sur Vingt  \\\ www.16sur20.com
Fanelli Café \\\ www.fanellicafe.com
Dean & Deluca \\\ www.deandeluca.com
Smith & Mills \\\ www.smithandmills.com
Nobu \\\ www.noburestaurant.com

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3 – NOVA IORQUE INTELECTUAL: GREENWHICH VILLAGE & WEST VILLAGE
Em tempos conotados com a boémia beatnik de Nova Iorque, os bairros à volta de Washington Square Park acolhem agora mais exilados de Hollywood que da Europa, atraídos pelos seus pequenos quarteirões ladeados por árvores e construções de tijolo do século XIX. À primeira vista, parece que a Alta desceu à Baixa, mas olhando com mais atenção ainda se encontram estudantes da Universidade de Nova Iorque e da esquerdista New School, clubes de jazz de nomeada e um sortido de cafés (como o Caffé Dante), todos misturados com restaurantes chiques, frequentados pelas elites dos media de Nova Iorque e de Hollywood. Aos fins-de-semana, as praças enchem-se de gente dos subúrbios, a tentar avistar Jay-Z ou Jude Law.

IFC Center \\\ www.ifccenter.com
Caffe Dante \\\ www.caffe-dante.com
Mamoun’s \\\ www.mamounsfalafel.com
The Other Room \\\ www.theotheroom.com
The Village Vanguard \\\ www.villagevanguard.com
Casa \\\ www.casarestaurant.com
Pearl Oyster Bar \\\ www.pearloysterbar.com
Marc Jacobs \\\ www.marcjacobs.com

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Igreja Greenpoint / Greenpoint Church

4 – NOVA IORQUE DO INDIE-ROCK: WILLIAMSBURG & GREENPOINT
Não fosse o East River e North Williamsburg, seria simplesmente conhecido como “Far East Village”. Há quinze anos, os herdeiros da atitude faça-você-mesmo do punk-rock desceram uma estação da linha L a leste de Manhattan, à procura de rendas mais em conta, de roupa de época e de restaurantes baratos, e o bairro ganhou um toque de eterna juventude. Encontramos aqui as mais extravagantes formas de auto-expressão: uma ecléctica oferta de lojas de design, como a The Future Perfect, ou de livreiros, como o Spoobill & Sugartown, reflectem o espírito independente da zona. Cheio de bares e de salas de espectáculos, é à noite que Williamsburg nasce para a vida. Os dorminhocos podem tomar um pequeno-almoço no Egg, onde se servem os brunches da moda. Já os exploradores urbanos mais radicais podem aventurar-se para norte, até Greenpoint, bairro polaco cheio de padarias tradicionais e de merceariazinhas, ou para South Williamsburg, onde a comunidade de judeus hassídicos teve que se entender com os invasores hipsters: dois grupos sociais que, como observou com ironia a New York Magazine, “pouco têm em comum para além de gostarem de vestuário preto”. Não deixe de visitar o Saved Tattoo, casa do tatuador mais requisitado da cidade, Scott Campbell. Depois, pode recuperar com um hambúrguer e aros de cebola, no Dumont Burguer.

Saved Tattoo \\\ www.savedtattoo.com
Spoonbill & Sugartown Books \\\ www.spoonbillbooks.com
The Future Perfect \\\ www.thefutureperfect.com
Mini Jake \\\ www.minijake.com
Marlow & Sons \\\ www.marlowandsons.com
The Brooklyn Star \\\ www.thebrooklynstar.com
Roebling Tea Room \\\ www.roeblingtearoom.com

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5 – NOVA IORQUE EMERGENTE: MEATPACKING DISTRICT & CHELSEA
Em finais da década de 1980, ir ao La Lunchonette era aventurar-se na fronteira mais remota da cidade. Parques de estacionamento, fábricas abandonadas e armazéns vazios cercavam este bistrô francês na esquina da 10ª Avenida com a rua 18. Mas as coisas mudaram, e de que maneira: no termo pós-industrial do século XX, as problemáticas áreas de Chelsea e do Meatpacking District transformaram-se gradualmente no pátio de recreio da intelligentsia da arte e da moda da cidade. Primeiro, vieram os clubes nocturnos gays e disco, a que se seguiram galerias de arte, como a Gagosian, Andrea Rosen ou o DIA Art Center (recentemente transformado no espaço de artes X Initiative). A Jeffrey e outras lojas de moda e de artigos de luxo abriram tempos depois. Com a prosperidade fin de siécle da cidade, estes bairros começaram a acolher empreendimentos comerciais, de entretenimento e residenciais, tornando-se os centros da experimentação arquitectónica de Manhattan – há desde edifícios desenhados por grandes nomes da arquitectura, como Frank Ghery, Shigeru Ban e Jean Nouvel, ao novíssimo Standard Hotel (ver página 78). Obrigatório é visitar o Chelsea Market, comprar um livro de bolso no 192 Books, ir a uma vernissage numa galeria (para datas, ver www.artcat.com), tomar um copo no Half King, ou comer umas tapas no Tía Pol. Acabe a noite no Empire Diner, aberto 24 horas por dia. Mas pergunte a qualquer nova-iorquino, que ele lhe dirá: o spot da moda é a High Line, recém-renovada linha férrea com parque que é um dos melhores exemplos de recuperação urbana da cidade.

Gehry’s IAC \\\ www.iacbuilding.com
Jean Nouvel’s 100 11th Avenue \\\ www.nouvelchelsea.com
Shigeru Ban’s Metal Shutter Houses \\\ www.metalshutterhouses.com
X Initiative \\\ www.x-initiative.org
The High Line \\\ www.thehighline.org
Chelsea Market \\\ www.chelseamarket.com
Tía Pol \\\ www.tiapol.com
The Empire Diner \\\ www.empire-diner.com
Half King \\\ www.thehalfking.com
Jeffrey \\\ www.jeffreynewyork.com
Andrea Rosen (gallery) \\\ www.andrearosengallery.com
Gagosian Gallery \\\ www.gagosian.com
Printed Matter \\\ www.printedmatter.org
192 Books \\\ www.192books.com

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Times Square

6 – NOVA IORQUE DOS TURISTAS: TIMES SQUARE
A sede do New York Times pode já não se encontrar na intersecção da Broadway com a 7ª Avenida – que tem o nome do jornal – mas tudo o resto parece lá continuar. Este cruzamento entre néons brilhantes, grandes marcas e elevadas expectativas há muito que vem sendo o coração pulsante da cidade, mesmo durante os seus períodos mais decadentes. Do Armísticio de 1945 à eleição de Barack Obama em 2008, para não falar da festa da passagem de ano, Times Square é lugar de encontros e comemorações. A paisagem de prédios altos, anúncios luminosos e cartazes de teatros, táxis e multidões que não acabam é também a Nova Iorque que o mundo conhece do cinema e da televisão – e um espectáculo urbano que turistas de todo o mundo vêm conhecer. Neste Verão, Times Square ganhou áreas pedonais maiores, mobiliário urbano e um novo miradouro: o quiosque da TKTS oferece não só bilhetes em saldo para os espectáculos da Broadway como um glorioso lance de escadas onde nos podemos sentar e ficar a ver a cidade que passa. Caso deseje um poleiro mais majestoso, experimente o The View Lounge, o único bar rotativo de Nova Iorque, no 48º piso do Marriott Marquis Hotel. Se tanta agitação turística for demais para si, fuja para oeste e vá a um dos vários e coloridos restaurantes de Hell’s Kitchen (como o Ariana Afghan Kebab House, no cruzamento da 9ª Avenida com a rua 52), ou para leste, a uma exposição no International Center of Photography, ou instale-se numa espreguiçadeira só sua, no Bryant Park.

TKTS booth \\\ www.tdf.org/tkts
Bryant Park \\\ www.bryantpark.org
International Center of Photography \\\ www.icp.org
Colony Music \\\ www.colonymusic.com
Hershey’s Times Square \\\ www.hersheystimessquare.com
The View Lounge \\\ www.theviewny.com
Ariana Afghan Kebab House \\\ www.arianakababnyc.com

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7 – NOVA IORQUE DE OURO: DO ROCKEFELLER CENTER AO CENTRAL PARK
Iniciado durante a Grande Recessão e completado entre as duas guerras mundiais, o Rockefeller Center é um dos mais sólidos feitos arquitectónicos da cidade, combinando as linhas aerodinâmicas e elegantes da Art Déco com um imaginário heróico. Caso tenha possibilidade de subir ao topo de apenas um arranha- -céus, vá ao Top of the Rock, plataforma de observação em três níveis, entre os pisos 67º e 70º do número 30 da Rockfeller Plaza. O “30 Rock” é também a célebre morada dos estúdios da NBC. Caminhando para norte pelos passeios da 5ª Avenida, passe o Saks Fifth Avenue, um dos armazéns clássicos de Nova Iorque, a obra-prima gótica que é a catedral de St. Patrick e a Cartier Mansion, entre a 5ª Avenida e a rua 52 West. Cometa uma extravagância ao almoço, no La Grenouille, ou peça apenas um cocktail no King Cole Bar, no St. Regis Hotel. Há ainda outras lojas espalhados pela avenida, como a Takashimaya, na rua 54, a Henri Bendel na 55, a Trump Tower na 56, e as divas rivais Tiffany & Co. e Bergdorf Goodman, na 57. Mesmo atrás da Bergdorf Goodman fica o The Plaza Hotel, e a mais recente jóia da coroa da 5ª Avenida, a Apple Store – cubo de vidro no cimo de uma abóbada subterrânea, aberto 24 horas por dia.

Rockefeller Center \\\ www.rockefellercenter.com
Top of the Rock \\\ www.topoftherocknyc.com
St. Patrick’s Cathedral \\\ www.saintpatrickscathedral.org
Trump Tower \\\ www.trump.com
The Paris Theatre \\\ www.theparistheatre.com
Saks Fifth Avenue \\\ www.saksfifthavenue.com
Cartier \\\ www.cartier.com
Takashimaya \\\ www.takashimaya-ny.com
Henri Bendel \\\ www.henribendel.com
Tiffany & Co. \\\ www.tiffany.com
Bergdorf Goodman \\\ www.bergdorfgoodman.com
Apple Store \\\ www.apple.com/retail/fifthavenue
La Grenouille \\\ www.la-grenouille.com
King Cole Bar at St. Regis \\\ www.stregisnewyork.com

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8 – NOVA IORQUE ROMÂNTICA: BROOKLYN HEIGHTS E DUMBO
O Upper East Side é, desde há décadas, a morada do “dinheiro antigo” de Nova Iorque. Entre as ruas 59 East e 96 East, o estilo de vida dos super-ricos e famosos esconde-se por trás das severas fachadas dos prédios com portaria – embora se consiga vislumbrar o ocasional galgo italiano vestido de Louis Vuitton. A forma mais fácil e mais democrática de aceder a este mundo da aristocracia americana é visitando algumas das mansões milionárias abertas ao público, ou as alas dos museus com o nome de muitos destes oligarcas. A Museum Mile percorre a 5ª Avenida ao longo do Central Park, do Metropolitan Museum of Art, na rua 82, até ao Museo del Bairro, na rua 105. Só para ver o Met são precisos meses (mesmo fazendo pausas para uma bebida e vistas panorâmicas de Manhattan no seu jardim-bar do telhado), enquanto outros, como o Museum of the City of New York, ou a Frick Collection, são visitas mais fáceis de gerir. O Guggenheim é a obra-prima arquitectónica de Frank Loyd Wright e o Cooper Hewitt National Design Museum tem uma extraordinária loja. Mas se procura moda democrática (ou seja, em segunda mão), visite a Arthritis Foundation Thrift Shop. A Neue Gallerie acolhe o famoso Viennese Café Sabarsky; outras duas opções para almoço nesta zona são o Café Boulud, do chefe Daniel Boulud, na rua 76, e a Lexington Shop Luncheonette, entre a rua 83 e a Lexington.

Metropolitan Museum of Art \\\ www.metmuseum.org
Guggenheim \\\ www.guggenheim.org
Frick Collection \\\ www.frick.org
Neue Gallerie \\\ www.neuegalerie.org
Cooper Hewitt Gift Store \\\ www.cooperhewitt.org
Arthritis Foundation Thrift Shop \\\ www.arthritis.org
Café Sabarsky \\\ www.cafesabarsky.com
Café Boulud \\\ www.danielnyc.com

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Ponte Manhattan / Manhattan Bridge

9 – NOVA IORQUE CLÁSSICA: A MUSEUM MILE
Os nova-iorquinos mais esclarecidos sempre conheceram os encantos do Brooklyn Heights Promenade, com as suas vistas inigualáveis da linha do horizonte de Manhantan. Atravesse a ponte de Brooklyn e deixe-se perder pelas encantadoras ruas do bairro, com a sua mistura de casas nos estilos Federal, revivalista grego, revivalista gótico, Queen Anne, revivalista Romanesco e Beaux-Arts. Os mais dados às curiosidades literárias gostarão de visitar o número 102 da Pierrepont Street, onde viveram Arthur Miller e Normam Mailer, em finais dos anos 40 ou, ali perto, o Jack the Horse, excêntrica taberna na esquina das ruas Hicks e Cranberry. Brooklyn Heights pode ser dos bairros mais calmos de Nova Iorque, mas o vizinho DUMBO (Down Under Manhattan Bridge Overpass) é uma zona de armazéns que está a despontar, com teatros e espaços artísticos, como a St. Ann’s Warehouse e o Galapagos. Os bibliófilos podem perder-se na Melville House, na Powerhouse Arena e na PS Books, enquanto os gourmands se podem deliciar com os melhores croissants de Nova Iorque, na Almondine Bakery, ou comprar prendas deslumbrantes no hocolateiro Jacques Torres. Para jantar, esqueça a longa fila do sobrevalorizado Grimaldi’s Pizza e experimente o infinitamente mais encantador Rice.

Brooklyn Bridge and Park \\\ www.brooklynbridgepark.org
St. Ann’s Warehouse \\\ www.stannswarehouse.org
Galapagos Art Space \\\ www.galapagosartspace.com
Brooklyn Bridge Flea Market \\\ www.brooklynflea.com
P.S. Bookshop \\\ www.psbookshop.com
Melville House \\\ www.mhpbooks.com
Powerhouse Arena \\\ www.powerhousearena.com
Jack the Horse Tavern \\\ www.jackthehorse.com
Almondine Bakery \\\ www.almondinebakery.com
Jacques Torres \\\ www.jacquestorres.com
Rice \\\ www.riceny.com

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Chinatown

10 – NOVA IORQUE MULTICULTURAL: FLUSHING, QUEENS
O Flushing acolhe mais nova-iorquinos estrangeiros que qualquer outro bairro. Destino não só para os adeptos da equipa de basebol dos Mets (no estádio Citi Field), mas também para garfos exigentes, este bairro de Queens é onde fica a verdadeira Chinatown (embora os chineses constituam apenas 15% da população). Tome o gosto à diferença na prática Hunan House, no Northern Boulevard, ou no Xiao La Jiao, restaurante de Sichuan, na Roosevelt Avenue. Para ver as vistas, tem o New York Ganesh Temple – um dos mais antigos templos hindus da América do Norte – e o Queens Botanical Garden, onde reside o edifício mais sustentável da cidade. Ali perto fica o Flushing Meadows Park, mítico local que acolheu as feiras mundiais de 1939 e 1964, das quais pouco mais resta que a Unisphere. O Queens Museum of Art tem o New York Panorama (impressionante maqueta à escala dos cinco bairros da cidade) e tem vindo a conquistar reputação pelas mostras de arte não-ocidental e eventos que reflectem a natureza multicultural da sua envolvência.

Flushing Meadows Park \\\ www.nycgovparks.org
Queens Museum of Art \\\ www.queensmuseum.org
Citi Field \\\ www.mets.com
Queens Botanical Garden \\\ www.queensbotanical.org
New York Ganesh Temple \\\ www.nyganeshtemple.org

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Por Frederico Duarte e Laura Forde

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