H2otel, Serra da Estrela
Saúde, lazer e bem-estar são três premissas fundamentais do mais recente hotel de montanha português.
Saúde, lazer e bem-estar são três premissas fundamentais do mais recente hotel de montanha português.
Ela, Ana Sofia Varela, tem a calma e o humor dos nativos. Ele, o lisboeta Ricardo Ribeiro, é fascinado pela alma alentejana. Aqui o casal de fadistas celebra o amor, a amizade e a música.
Transmontano de Macedo de Cavaleiros, António Coelho tem uma relação forte com a terra, assim como um enorme fascínio pela pré-história, porque é nesta fase que tem início o pensamento abstracto, quando o homem começa a projectar-se no futuro.
Há uma empresa em Lisboa que organiza passeios cegos para quem não o é. Uma repórter da UP colocou a venda e partiu à descoberta.
Se o dolce far niente lhe parece demasiado aborrecido, não desanime. A Mambo Jungle dispõe de programas dia e noite, em terra, no mar e no ar.
Dizia Vinícius de Moraes: “A felicidade do pobre parece/ A grande ilusão do Carnaval/ A gente trabalha o ano inteiro/ Por um momento de sonho/ Pra fazer a fantasia/ De rei ou de pirata ou jardineira/ E tudo se acabar na quarta-feira” (“Quarta-feira de Cinzas”).
Na hora de celebrar a festa do Rei Momo, o Eco Resort de Angra, entre o oceano e a mata atlântica, preparou um programa especial de corrida para todos os que quiserem viver intensamente o Carnaval.
Localizado em Angra dos Reis, e a propósito do Carnaval, o hotel Pestana Angra propõe pacotes especiais de cinco noites (com entrada a 21 de Fevereiro). Com meia-pensão incluída, o preço abrange também um passeio de lancha por bungalow.
Navegar este Carnaval no meio do paraíso ecológico de Angra dos Reis, a sul do Rio de Janeiro: eis a proposta de Maria João.
O mais nobre produto da pastorícia regional da Beira Interior é o queijo da Serra. Produzido artesanalmente a partir de leite de ovelha das raças bordaleira Serra da Estrela ou churra mondegueira, apresenta-se, depois de curado, de cor branca ou amarelada, consistência amanteigada e poucos ou nenhuns “olhos”.
“Look left”, “look right”, indica o asfalto de Londres sempre que o forasteiro tem o cuidado ver o que está escrito antes de atravessar a rua. A internet, felizmente, permite que se ande por todo lado, sem o risco de atropelamento por sites que venham na direcção contrária.
O Gore disponibiliza ainda um voucher que pode ser oferecido como prenda:
Queen’s Gate
A melhor forma de chegar ao Gore é, aterrando no Aeroporto de Heathrow, entrar no metro e seguir na linha Picadilly até à estação de Earl’s Court.
No guia London – Hotels and more (Taschen), Christine Samuelian diz que “entrar no The Gore é como visitar a casa de uma parente lunático”.
Esqueça o super-luxo. Este é o luxo da excentricidade e do bom-gosto surpreendente. Um hotel numa das mais exclusivas zonas da cidade, dedicado àqueles que pretendem tudo menos uma estadia tranquila.
É a única cidade da Europa que vive o mundo inteiro. Mais de sete milhões de habitantes fervilham em Londres reinventando-a todos os dias do ano. Outras cidades do continente flutuam no seu poder de atracção, mas ninguém é capaz de dizer que esta perde o interesse. Nos dias que vivemos, Londres é uma reunião impressionante de todas as cores da espécie humana.
Refugie-se num moinho. De lés a lés do país, de água ou vento, eis algumas das mais originais opções.
Londres, é sabido, é uma cidade muito cara e normalmente o visitante tem dificuldade em encontrar estadias simultaneamente baratas e centrais.
Depois de um pequeno-almoço com Lisboa aos pés, o passeio de Pedro Miguel Ramos faz-se por Belém e respectivos encantos. A tarde começa em registo “delicatessen” na Avenida da Liberdade e segue para o Chiado à procura das memórias dos poetas. Depois de um jantar no majestoso Teatro D. Maria II, o pé de dança faz-se no Lux, com dj’s à beira Tejo.
Um velho armazém do século XIX atrai um séquito de fãs como um dos hotéis mais cool do mundo. O título, atribuído pela revista Condé Nast Traveller, assenta como uma luva a este moderno Zetter, sito no bairro Clerkenwell, em East London.
Quando se fala de vinhos bairradinos, o nome Luís Pato é incontornável.
Conheça Filipa Pato, uma das mais promissoras enólogas nacionais.
Se em Janeiro se pode descobrir o Douro a varejar as oliveiras na Enoteca da Quita da Avessada, agora que finda a apanha da azeitona pode-se completar o programa com visita guiada a provas de azeite, entre outros produtos da região.
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